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A mostrar mensagens de Julho 22, 2016

Grumman G-21B Goose

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31 de agosto de 1943
Um hidroavião bimotor Grumann Goose, da aviação naval portuguesa com a matrícula G-108, tripulado pelo 2º Tenente Leopoldo Augusto César de Carvalho Sameiro Júnior, tendo ainda a bordo o 2º Tenente Daniel Morris Simões Sexton Muller, o Cabo mecânico Parracha e o 2º Marinheiro telegrafista Luís de Sousa Figueiras, afundou-se no Rio Tejo em frente à Cova do Vapor.
O acidente ocorreu aquando da descolagem, devido ao hidroavião ter embatido numa crista de uma vaga.
No acidente faleceu o 2ª Tenente Leopoldo Sameiro Júnior, tendo o corpo sido retirado aquando da recuperação do hidroavião.






 Créditos: Fundação Mário Soares; Diário de Lisboa e outras fontes na internet

Blackburn Shark IIA

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24 de março de 1938

O hidroavião Blackburn Shark IIA, da Aviação Naval Portuguesa, com a matricula 5, encontrava-se naquela fatídica manhã a sobrevoar o Tejo em voo de treino junto à doca de Santo Amaro, quando por uma falha estrutural se despenhou no Tejo, arrastando para a morte o piloto Tenente António Gonçalves.

Prontamente socorridos por embarcações que se encontravam no rio, foram resgatados das águas o mecânico Joaquim Palma e o telegrafista Joaquim Nascimento.













Créditos: Diário de Lisboa, Fundação Mário Soares, Sítios na Internet


HD-41 H Hanriot

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6 de junho de 1927


Tripulando um hidroavião Hanriot HD-41 H da Aviação Naval Portuguesa, com a matrícula 33, o 1º Tenente Apeles Espanca precipita-se no rio Tejo em frente à Trafaria, após sucessivas manobras acrobáticas.

Procurado de imediato pelos meios de socorro existentes, foi o corpo encontrado, por mergulhadores deslocados para o local, cerca das 18 horas.








Prefácio de Florbela Espanca no livro "Máscaras do Destino", dedicado ao seu irmão Apeles Espanca


Este livro é o livro de um Morto, este livro é o livro do meu Morto. Tudo quanto nele vibra de subtil e profundo, tudo quanto nele é alado, tudo que nas suas páginas é luminosa e exaltante emoção, todo o sonho que lá lhe pus, toda a espiritualidade de que o enchi, a beleza dolorosa que, pobrezinho e humilde, o eleva acima de tudo, as almas que criei e que dentro dele são gritos e soluços e amor, tudo é d’Ele, tudo é do meu Morto!

Créditos: Diário de Lisboa, Fundação Mário Soares, Blogues e sites internet.